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sexta-feira, 20 de julho de 2012

QUEBRA-CABEÇA...

A Duda sempre gostou de quebra-cabeças e hoje ela ganhou da Titia Eliane um quebra -cabeça de 500 peças. Ela adorou e já começou a trabalhar nele...

No começo ela achou que não conseguiria...

Mas logo começou a encaixar as peças.







O problema foi...onde guardar o quebra-cabeça?????
Ai pesquisei algumas ideias de porta puzzle e achei...

Inveja MATA ou deixa a gente sem DORMIR..kkkkk..rsss, então passei a noite imaginando como fazer o porta puzzle que vi aqui: http://youtu.be/2_ZqSnnNdx0

Então resolvi usar um cano PVC, 1metro de feltro, elástico, cola quente e uma mantinha para deixar fofinho.
O resultado está aqui:











veja o video do porta puzzle pronto!!

sábado, 28 de janeiro de 2012

VAMOS TODOS PLANTAR CROTOLÁRIA PARA COMBATER A DENGUE

Hoje qdo eu estava lendo o jornal "A Tribuna" fiquei surpresa com a pesquisa do prof Carlos Gustavo Fiorini sobre o novo programa de combate à dengue, sobre o programa do plantio de crotolária. Parece ser simples e de ótimos resultados.
A dengue é um caso urgente e infelizmente não são todos que se preocupam. Parabéns Prof Carlos Gustavo Fiorini pela iniciativa.
Originária da Índia, a Crotolaria juncea é considerada excelente na adubação verde. Agora é também uma arma biológica no controle da dengue. A planta atrai a libélula que põe seus ovos em águas limpas e quietas, igual ao Aedes aegypti. Essas larvas da libélula se alimentam de outras larvas, inclusive daquelas que transmitem a dengue. A libélula já adulta também se nutre de pequenos insetos, e o Aedes aegypti faz parte do seu cardápio, diminuindo a proliferação do mosquito.


O plantio de três sacas de 40 quilos é o suficiente para ELIMINAR o mosquito da dengue de uma cidade de 40 mil habitantes.
 
Para saber mais: http://www.jardimdasideias.com.br/365-um_arbusto_no_combate_a_dengue

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A VIDA DE NOSSOS FILHOS!

Algumas regras modernas das quais não concordo e me faz pensar sobre a falta de limites nas crianças e jovens de hoje. "Em filhos não se bate", "velho não tem opinião", "cabe a escola a educação dos filhos(mas é vedada qualquer reprimenda por parte dos educandos), "filhos merecem mesadas" e outras do gênero. O artigo da psicopedagoga Cybele Carvalho intitulado "Amor a moda antiga" nos ajuda a refletir sobre o assunto. "Não existe família certa, assim como não existem as pessoas certas. O que existe são pessoas claras, firmes, decididas e coerentes com seus princípios e com seus valores. Não importa muito se o casal vive junto, se é separado, se se ama apaixonadamente, ou se vive aos trancos e barrancos. Mas, o que importa diretamente e vai definir seu caráter para o resto da vida é a clareza e coerência dos pais, não importando se eles vivem juntos ou separados. É clara definição dos papéis e a delimitação dos limites que forma o caráter dos filhos. Foi assim na época dos nossos bisavós, dos nossos avós, dos nossos pais e de nós mesmos. Mas, infelizmente, não é assim na época dos nossos filhos. Infelizmente, com a evolução da nossa sociedade, houve uma inversão total dos papéis. São os filhos que mandam na casa, que ditam as normas, que estabelecem as leis, os horários, que negociam as notas do colégio. São eles que determinam se a família vai tirar férias, ou não. A culpa não é do casamento que fracassou, nem do pai que perdeu o emprego, nem da mulher que foi trabalhar fora. A culpa é do pai e da mãe que perderam o bom senso e não são capazes mais de dizer SIM, menos ainda , dizer NÃO. Para educar uma criança não é preciso recorrer a nenhum manual de psicologia, basta saber distinguir SIM de NÃO independente do que acontece na televisão ou da opinião do vizinho. Por excesso de zelo, de medo de errar, os pais vivem coagidos pelos filhos. Por excesso de cuidados, não sabem mais como agir,são incapazes de assumir a autoridade e, principalmente, a autenticidade de seus sentimentos. Ter filhos é duro. Cansa tanto! Cansa tanto ter de ficar ensinando, dizendo, repetindo, dizendo o dia todo sim, não, não, sim, pode, não pode. É um desgaste!" A família, antes organizada em função dos adultos, fica hoje em função das crianças. Daí a queixa de falta de limites nas crianças. Os pais e professores têm medo de impor limites, porque seria impor o registro adulto no qual não acreditam mais. Os pais engatinham na frente dos filhos; brincam de negar as diferenças, de ser apenas "amigos", escondem os valores, têm medo de frustá-los. Trocam as ordens pela negociaçaõ, a autoridade pela sedução.